A Irlanda sobreviveria a um colapso global? Estudo diz que sim!

A Irlanda sobreviveria a um colapso global? Estudo diz que sim!

Rubinho Vitti

2 semanas atrás

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Sabe aqueles filmes catastróficos de apocalipse que muitas vezes vemos nas telonas de cinema? Aí, quando tudo está desmoronando, as pessoas procuram um local no planeta para se proteger e sobreviver até que tudo fique bem. Onde você iria se isso acontecesse de verdade?

Diferente do que mostra a maioria dos filmes, você não deveria fugir para os Estados Unidos. Um estudo baseado em diversos cenários escolheu cinco países onde seria possível escapar de um colapso. E a Irlanda está entre eles!

De acordo com o Global Sustainability Institute na Anglia Ruskin University, destruição do meio ambiente, recursos limitados e crescimento populacional podem desencadear em um desaparecimento de uma parte da população e um grande colapso mundial.

Por ser uma ilha, Irlanda e outros países teriam vantagem em lidar com um colapso global. Foto: Boarding1now | Dreamstime

Até aí, nenhuma novidade. Basta ver que vivemos há um ano e meio em uma pandemia. Mas o estudo acabou analisando algumas nações ou parte delas, onde as pessoas poderiam sobreviver a um futuro colapso global. De acordo com o ranking, a Nova Zelândia está no topo, seguida da Islândia, Reino Unido, Tasmânia (na Austrália) e Irlanda, a Ilha Esmeralda.

Esses seriam locais “atualmente mais adequados para manter níveis mais elevados de complexidade social, tecnológica e organizacional dentro de suas próprias fronteiras se um colapso global acontecer”.

O que esses locais têm em comum? São ilhas que possuem baixa variação de temperatura, o que podem ter condições mais estáveis mesmo com as mudanças climáticas.

A Irlanda, junto com Islândia e Tasmânia, teriam ainda mais vantagens por conta da densidade populacional.

Segundo o professor Aled Jones, diretor do Global Sustainability Institute da Anglia Ruskin University (ARU), em entrevista ao jornal irlandês Irish Mirror, haverá mudanças significativas no mundo nos próximos anos e décadas, como aumento de intensidade das secas e inundações, temperaturas extremas e maior movimentação da população.

“Além de demonstrar quais países acreditamos serem os mais adequados para administrar tal colapso – o que sem dúvida seria uma experiência profunda e transformadora – nosso estudo visa destacar ações para abordar os fatores interligados de mudança climática, capacidade agrícola, energia doméstica , capacidade de manufatura (…) necessários para melhorar a resiliência das nações que não têm as condições iniciais mais favoráveis”, explicou.

Rubinho Vitti, Jornalista de Piracicaba, SP, vive em Dublin desde outubro de 2017. Foi editor e repórter nas áreas de cultura e entretenimento. Também é músico, canceriano e apaixonado por arte e cultura pop.

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