Voos diretos Brasil–Irlanda: posicionamento da LATAM e possível fim das restrições no Aeroporto de Dublin

Voos diretos Brasil–Irlanda: posicionamento da LATAM e possível fim das restrições no Aeroporto de Dublin

edublin Press

1 dia atrás

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Duas notícias podem trazer mais esperança para um voo direto entre Brasil e Irlanda em um futuro próximo.

A primeira delas vem da LATAM, a maior companhia aérea da América do Sul.

Durante a reunião anual da Associação Internacional de Transporte Aéreo, a IATA, realizada no Rio de Janeiro, o CEO da empresa, Roberto Alvo, afirmou que uma ligação direta entre São Paulo e Dublin é uma possibilidade para o futuro.

Ao ser questionado sobre a criação da rota, Alvo respondeu que vê potencial para novos destinos internacionais, mas ressaltou que a companhia enfrenta atualmente limitações de frota.

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Segundo ele, a LATAM tem mais ideias do que aviões disponíveis. Mesmo assim, ao falar especificamente sobre Dublin, foi direto: “Acho que é possível, sim”, disse.

A segunda notícia é tão importante quanto a primeira.

Já que o governo irlandês pretende avançar ainda neste mês com uma legislação que permitirá eliminar ou alterar o chamado “passenger cap” do Aeroporto de Dublin, que é o limite anual de passageiros, hoje 32 milhões.

O projeto deve ser apresentado no dia 16 de junho e, se aprovado pelo Parlamento, dará ao ministro dos Transportes poderes para modificar ou até acabar com essa restrição.

Leia mais abaixo:

Limite de passageiros do Aeroporto de Dublin pode ser eliminado nas próximas semanas, abrindo porta para voo direto entre Irlanda e Brasil

CEO da Latam diz ter interesse em voo direto entre Brasil e Irlanda. Foto: Unsplash

Uma das discussões mais importantes para o futuro da aviação na Irlanda pode estar perto do fim. O governo irlandês pretende avançar ainda este mês com uma legislação que permitirá eliminar ou alterar o limite anual de passageiros do Dublin Airport.

Segundo informações divulgadas pelo jornal The Irish Times, o ministro dos Transportes, Darragh O’Brien, deverá apresentar ao gabinete de governo, no próximo dia 16 de junho, o texto final do chamado Dublin Airport (Passenger Capacity) Bill 2026.

Caso seja aprovado pelo Parlamento, o projeto dará ao ministro poderes para modificar ou eliminar o atual limite de 32 milhões de passageiros por ano.

Mudança pode ser aprovada ainda antes do fim do verão

De acordo com fontes governamentais citadas pelo Irish Times, a expectativa é que o projeto seja debatido no Dáil (congresso) e no Seanad (senado) durante as próximas semanas.

Se o processo legislativo avançar sem grandes obstáculos, a nova lei poderá ser aprovada até meados de julho.

Por que isso interessa aos brasileiros?

Para os brasileiros que vivem na Irlanda ou viajam regularmente entre Europa e América do Sul, o fim do limite pode facilitar a expansão de rotas.

Especialistas do setor apontam que a ampliação da capacidade operacional do Aeroporto de Dublin pode favorecer futuras negociações para novas conexões internacionais.

Isso significa um passo ainda maior para a criação de voos diretos para o Brasil, já que o limite é uma pedra no sapato para que isso ocorra.

Por que há limite de passageiros no Aeroporto de Dublin?

O chamado “passenger cap” foi estabelecido em 2007 durante o processo de aprovação dos terminais 1 e 2 do aeroporto. Na época, as autoridades de planejamento definiram que os dois terminais poderiam movimentar, no máximo, 32 milhões de passageiros por ano.

A expectativa era que, no futuro, um terceiro terminal fosse construído para acomodar o crescimento adicional do aeroporto.

No entanto, quase duas décadas depois, o terceiro terminal nunca saiu do papel, enquanto o movimento de passageiros continuou crescendo.

Voos diretos entre Irlanda e Brasil ganham força após interesse da LATAM em rota para Dublin

A possibilidade de voos diretos entre a Irlanda e o Brasil voltou a ganhar força após declarações do presidente da LATAM Airlines, maior grupo aéreo da América do Sul.

Durante a reunião anual da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), realizada no Rio de Janeiro, o CEO da LATAM Airlines, Roberto Alvo, afirmou que uma ligação entre São Paulo e Dublin é uma possibilidade para o futuro.

A declaração reacende uma discussão antiga entre autoridades, aeroportos e a comunidade brasileira na Irlanda, que há anos defendem a criação de uma rota direta entre os dois países.

Conforme publicou o Business Post, Alvo respondeu que a ideia sobre a rota Irlanda-Brasil é possível, mas destacou que a empresa enfrenta limitações de frota.

“Vejo várias cidades que podem se tornar novos destinos para nós no futuro. Mas a situação atual é que temos mais ideias do que aviões”, afirmou.

Ao ser perguntado especificamente sobre Dublin, acrescentou: “Acho que é possível, sim”.

A LATAM vem ampliando sua presença na Europa e recentemente lançou novas rotas ligando São Paulo a cidades como Amsterdã e Bruxelas.

Ainda não há previsão para lançamento

Apesar do interesse demonstrado pela LATAM e do avanço das negociações governamentais, não existe qualquer anúncio oficial sobre datas, frequências ou início das operações.

A própria companhia ressaltou que a disponibilidade de aeronaves é atualmente um dos principais obstáculos para a expansão internacional.

Mesmo assim, as declarações representam um dos sinais mais concretos dos últimos anos de que uma ligação aérea direta entre Irlanda e Brasil pode finalmente sair do papel.

Voos diretos Brasil–Irlanda: Embaixadores e executivo da aviação avaliam positivamente os avanços

A possibilidade de voos diretos entre Brasil e Irlanda voltou ao centro das discussões diplomáticas e comerciais entre os dois países durante o Brazil Showcase 2026, realizado neste sábado pela Brazil-Ireland Chamber of Commerce. O evento, considerado o maior voltado para negócios, educação, mobilidade internacional e investimentos entre Brasil e Irlanda, reuniu cerca de 300 participantes.

As negociações em torno de um acordo bilateral de serviços aéreos chamaram atenção especialmente por abrirem caminho para futuras rotas diretas entre os dois países, uma demanda antiga da comunidade brasileira na Irlanda e também do setor empresarial.

Durante o evento, o edublin conversou com os embaixadores dos dois países e com um executivo do aeroporto de Dublin sobre o assundo.

Embaixador irlandês vê com positividade os avanços da pauta

Embaixador da Irlanda em Brasília, Martin Gallagher, falou ao edublin sobre negociações para voo direto entre Brasil e Irlanda. Foto: Rubinho Vitti

Segundo o embaixador da Irlanda em Brasília, Martin Gallagher, as relações entre Irlanda e Brasil vivem um dos melhores momentos da história.

“Como embaixada e também como governo irlandês, estamos trabalhando com nossos colegas do lado brasileiro para fechar um acordo de serviços aéreos. Esse processo já está bastante avançado e esperamos que seja concluído em breve”, afirmou.

Gallagher explicou que, após a assinatura do acordo, a decisão sobre a criação da rota dependerá diretamente das companhias aéreas.

“Depois que esse acordo estiver em vigor, caberá às companhias aéreas decidirem se enxergam essa rota como algo viável para elas. Obviamente, da perspectiva da embaixada, gostaríamos muito de ver um voo direto entre Irlanda e Brasil”, disse.

Ele destacou ainda que a conectividade aérea teria impacto muito além do turismo.

“A conectividade é extremamente importante para fortalecer relações, sejam elas comerciais, culturais ou entre as pessoas.”

 

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Embaixador brasileiro reforça o interesse privado

Para embaixador do Brasil em Dublin, Flávio Macieira, existem fatores privados e comerciais para que o voo entre Brasil e Irlanda aconteça de fato. Foto: Rubinho Vitti

O embaixador do Brasil em Dublin, Flávio Macieira, afirmou que a criação de uma rota depende principalmente de fatores comerciais e do interesse das empresas aéreas, mas demonstrou otimismo.

“Sinto interesse de companhias brasileiras em fazer isso. Tenho muita esperança. Acho que vai ser um salto ainda maior nessa relação tão forte que hoje existe entre Brasil e Irlanda.”

Irlanda é hoje o principal destino europeu sem ligação direta com o Brasil, diz executivo do Dublin Airport

Palestra de Eoin McGloughlin, vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios de Aviação do Aeroporto de Dublin, durante o Brazil Showcase 2026. Foto: Rubinho Vitti

Outro destaque do evento foi a palestra de Eoin McGloughlin, vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios de Aviação do Aeroporto de Dublin, que apresentou dados sobre a viabilidade da rota.

Segundo ele, a Irlanda é atualmente o principal destino europeu sem voos diretos para o Brasil.

“Esperamos naturalmente que as chances sejam altas”, afirmou.

McGloughlin explicou que desafios globais recentes têm dificultado decisões das companhias aéreas, incluindo atrasos na entrega de aeronaves e a crise internacional dos combustíveis.

“Houve muitos problemas recentemente envolvendo pedidos de aeronaves e logística, incluindo atrasos na entrega de aviões e, claro, a crise contínua dos combustíveis, o que está tornando a tomada de decisões mais difícil para as companhias aéreas.”

Apesar disso, ele acredita que os obstáculos sejam temporários e vê fundamentos sólidos para a criação da rota.

“Acreditamos que o mercado faz sentido. Achamos que há pessoas suficientes aqui, especialmente considerando a comunidade brasileira na Irlanda.”

Ele citou estimativas de cerca de 80 mil brasileiros vivendo na Irlanda, além do crescimento das relações comerciais entre os dois países e do potencial impacto do acordo entre União Europeia e Mercosul.

Rota não seria apenas para passageiros

Eoin McGloughlin também destacou que a viabilidade econômica da rota não depende apenas do fluxo de turistas ou estudantes, mas também do transporte de cargas e do fortalecimento comercial.

“Isso não se trata apenas de transporte de passageiros. Trata-se também de comércio, investimentos e oportunidades de carga aérea.”

Segundo ele, todos esses fatores ajudam a fortalecer o argumento comercial para a criação de um voo direto.

“Estamos conversando com muitas companhias aéreas e esperamos que uma dessas conversas se torne realidade.”

Voos diretos Brasil–Irlanda: governos anunciam abertura de negociações sobre um Acordo de Serviços Aéreos

Acordo de serviços aéreos é empurrão que falta para negociações avançarem para o voo direto Brasil e Irlanda. Foto: Envato

O Ministro dos Transportes da Irlanda, Darragh O’Brien, e o Ministro dos Portos e Aeroportos do Brasil, Sílvio Costa Filho, anunciaram a abertura de negociações formais sobre um Acordo de Serviços Aéreos (ASA) entre a Irlanda e o Brasil.

Um Acordo de Serviços Aéreos (ASA) fornece a estrutura legal e regulatória para a operação de serviços aéreos regulares. O acordo facilitaria a introdução de voos regulares diretos entre os dois países, caso alguma operadora comercial deseje iniciar as operações.

Acolhendo com satisfação as negociações, o Ministro O’Brien afirmou:

“Fico muito satisfeito com o início das negociações entre os nossos representantes. Um acordo bilateral de serviços aéreos entre a Irlanda e o Brasil enviaria um forte sinal à indústria sobre o compromisso dos nossos dois governos em facilitar a conectividade direta entre os nossos países, o que traria benefícios significativos para o turismo e o comércio, além de fortalecer ainda mais os laços crescentes entre os nossos povos. Estou otimista quanto ao ritmo do progresso e entusiasmado para que ambas as partes concretizem o acordo em breve.”

Embora a decisão de introduzir voos diretos continue sendo uma questão comercial para as companhias aéreas interessadas, os dados sugerem que há uma demanda crescente de passageiros por viagens diretas da Irlanda para o Brasil, e algumas companhias aéreas já manifestaram informalmente interesse nessa rota. Espera-se que essa demanda seja atendida por uma companhia aérea da Irlanda, do Brasil ou mesmo da União Europeia.

Atualmente, não há voos diretos da Irlanda para a América do Sul. Um novo serviço direto poderia proporcionar acesso não apenas ao Brasil, mas também conexões para destinos em todo o continente, por meio de importantes centros internacionais, como o Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo.

O Ministro Costa Filho enfatizou os potenciais benefícios que o Acordo poderá proporcionar:

“O acordo bilateral de serviços aéreos entre o Brasil e a Irlanda é a oportunidade não apenas de expansão da aviação entre os países, mas de também alavancar o turismo na América Latina e Europa. Esse é um marco muito importante para os dois governos, que vêm demonstrando interesse mútuo em abrir novos mercados e fortalecer o modal que mais transporta pessoas no mundo em viagens de longa distância. No que depender do Ministério de Portos e Aeroportos e do Governo Federal, o acordo será celebrado em breve, abrindo caminhos para a operação aéreo entre as nações.”

Por ser um acordo internacional, o ASA precisará passar pelos diversos procedimentos internos de ambos os países antes de ser assinado e entrar em vigor.

Fim do limite de passageiros no Aeroporto de Dublin abre caminho para voos diretos Brasil–Irlanda

O daa (Dublin Airport Authority) afirmou que o ministro da Habitação, Governo Local e Patrimônio, Darragh O’Brien, obteve aprovação do gabinete para legislar pela remoção do teto anual de passageiros no Aeroporto de Dublin, atualmente fixado em 32 milhões.

O limite é uma condição do licenciamento de 2007 para a construção do Terminal 2 e tinha como objetivo conter a pressão no tráfego viário de acesso ao aeroporto.

Desde então, no entanto, a malha rodoviária foi expandida e cerca de um terço dos passageiros chega ao local de ônibus, reduzindo a preocupação inicial.

A remoção do limite permitirá ao aeroporto expandir operações, abrir novas rotas e responder a demandas reprimidas de viagens diretas, como entre o Brasil e a Irlanda.

Segundo a daa, em 2024, por exemplo, 140 mil passageiros viajaram entre Irlanda e Brasil de forma indireta por não existir rota direta entre os dois países.

Autoridades do setor afirmam que há mercado suficiente para voos diretos nesses destinos, mas que o teto de passageiros freia a expansão.

 

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Impactos econômicos e geração de empregos

O Aeroporto de Dublin, considerado o principal hub aéreo da Irlanda, representa:

  • €9,6 bilhões em Valor Adicionado Bruto (GVA) – equivalente a 2,3% do PIB nacional.
  • 19,900 empregos diretos no aeroporto e em negócios relacionados.
  • 116,100 empregos no total, incluindo efeitos indiretos e catalíticos.

De acordo com a associação ACI Europe, cada aumento de 1 milhão de passageiros gera em média 750 novos empregos na aviação.

Próximos passos

A proposta de legislação segue agora para tramitação formal, em sintonia com o Plano Nacional de Aviação, o Plano de Desenvolvimento de Fingal e o Plano de Área Local do Aeroporto de Dublin.

O objetivo é alinhar a capacidade do aeroporto ao crescimento demográfico e às necessidades de longo prazo, chegando a 40 milhões de passageiros por ano no curto prazo e planejando uma estrutura capaz de atender a 50 milhões ou mais no futuro.

Aeroporto de Dublin quer voos para o Brasil ‘mais do que nunca’, diz jornal irlandês

O jornal irlandês Irish Mirror afirmou que o operador do Dublin Airport afirmou que está “mais determinado do que nunca” a ter um voo direto com o Brasil, mais precisamente para São Paulo, após pesquisa online realizada recentemente.

Quase 60.000 participantes da enquete promovida pelo operador DAA (Dublin Airport Authority) escolheram São Paulo como o destino internacional mais desejado para uma conexão direta a partir da capital irlandesa.

A pesquisa, realizada nas redes sociais do aeroporto, apresentou uma lista dos três destinos mais populares. São Paulo ficou em primeiro lugar, com 71% dos votos, seguido por Delhi, na Índia (23%), e Cidade do Cabo, na África do Sul (6%).

O diretor de Relações com a Mídia da DAA, Graeme McQueen, destacou ao Irish Mirror que a demanda por uma rota direta entre a Irlanda e o Brasil é significativa, especialmente pelo crescimento da comunidade brasileira no país.

Segundo o jornal, em 2024, cerca de 140.000 passageiros viajaram entre Dublin e o Brasil utilizando voos com escalas – um aumento de 20% em relação a 2019.

Apesar do interesse do público e das negociações constantes com companhias aéreas, a DAA alertou que a introdução de novas rotas depende da revisão do limite de 32 milhões de passageiros imposto ao aeroporto desde 2007 pelo Conselho do Condado de Fingal.

Voo direto entre Brasil e Irlanda pode sair do papel? Dublin Airport analisa possibilidade

Aeroporto de Dublin está em conversa com a Embaixada do Brasil na Irlanda para implementação de voos diretos entre Irlanda e Brasil. Foto: Unsplash

Parece novela! Há anos, a notícia de que o plano para voo direto entre Irlanda e Brasil vai sair do papel pipoca por aqui. Em 2025 não está sendo diferente.

Segundo a imprensa irlandesa, o Aeroporto de Dublin estaria empenhado em estabelecer voos diretos para o Brasil, aguardando a conclusão de um acordo bilateral entre os governos irlandês e brasileiro.

O jornal Sunday Independent afirmou que Kenny Jacobs, CEO da DAA (Dublin Airport Authority), reuniu-se recentemente com Flávio Helmold Macieira, embaixador do Brasil na Irlanda, para discutir a viabilidade de uma rota direta de São Paulo para Dublin.

A DAA afirmou que, embora esteja comprometida com a criação dessa ligação aérea, a decisão final dependerá de um acordo governamental e de considerações comerciais das companhias aéreas.

“A DAA está comprometida em estabelecer uma ligação aérea direta com o Brasil, aguardando esforços governamentais bem-sucedidos para um acordo bilateral”, disse um porta-voz da DAA ao Sunday Independent.

Atualmente, não há voos diretos entre Dublin e cidades brasileiras. Passageiros interessados em viajar entre essas localidades precisam optar por voos com escalas, oferecidos por diversas companhias aéreas como TAP Air Portugal e a Air France.

Dificuldades do Dublin Airport sobre limite anual de passageiros

 

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No entanto, o aeroporto enfrenta desafios relacionados ao limite anual de passageiros. Desde 2007, o Aeroporto de Dublin opera sob uma restrição de 32 milhões de passageiros por ano, imposta pelo Conselho do Condado de Fingal.

Em 2024, o número total de passageiros ultrapassou esse limite, atingindo 33 milhões. A DAA já submeteu planos para aumentar esse limite para 36 milhões, buscando acomodar a crescente demanda e possibilitar a introdução de novas rotas, como a proposta ligação direta com o Brasil.

A implementação de voo direto entre Brasil e Irlanda representaria um marco significativo nas relações aéreas entre os dois países, facilitando o intercâmbio cultural e econômico.

Contudo, a concretização dessa rota depende de acordos governamentais e da capacidade do aeroporto de expandir seu limite de passageiros para atender à demanda projetada.

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edublin Press, Este artigo é de autoria da assessoria de imprensa do edublin. Ele foi elaborado com o objetivo de agregar conteúdos relevantes e curiosidades sobre a Irlanda e viagens ao nosso site. Para mais informações, escreva para [email protected]

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