Seguro Intercâmbio: Guia Completo Por País e Como Escolher em 2026
1 mês atrás
Seguro Viagem
Sabia que é obrigatório ter um seguro viagem para ir pra Europa?
Se você está planejando um intercâmbio, o seguro intercâmbio é um dos itens que mais geram dúvida no checklist, e com razão.
Diferente de um seguro viagem comum, o seguro de intercâmbio precisa cobrir uma estadia longa (geralmente entre 3 e 12 meses), atender às exigências específicas do país de destino e ter coberturas adaptadas ao perfil do estudante.
Em alguns casos, você vai precisar de dois seguros ao mesmo tempo: um privado contratado no Brasil e um governamental obrigatório no destino. Em outros, basta um seguro viagem internacional bem dimensionado.
Este guia explica tudo o que importa: você pode comparar planos de seguro intercâmbio aqui no Seguros Promo, e logo abaixo entender quais são as regras de cada país e como escolher a cobertura certa.

O seguro intercâmbio precisa atender os requisitos do país destino. Foto: Catalin205 | Dreamstime
O que é seguro intercâmbio e por que ele é diferente do seguro viagem comum
O seguro intercâmbio é, na prática, um seguro viagem de longa duração com coberturas adaptadas ao perfil de quem vai estudar, trabalhar ou morar no exterior por algum tempo. Ele funciona como um seguro viagem internacional, mas com três diferenças importantes:
- Duração maior: normalmente vai de 3 meses a 1 ano, com possibilidade de renovação.
- Coberturas adaptadas: costuma incluir atendimento odontológico, assistência psicológica, cobertura para gestantes, doenças pré-existentes (estabilização) e atividades esportivas.
- Pode precisar conviver com seguro local: em países como Irlanda, Austrália e Nova Zelândia, o governo exige um seguro saúde local específico, que não substitui o privado.
Pra entender melhor a diferença entre seguro viagem e seguro saúde de longa duração, vale conferir nosso artigo sobre seguro-viagem e seguro saúde.
Seguro intercâmbio é obrigatório? Depende do destino
A obrigatoriedade muda bastante conforme o país de destino. Esse é o quadro geral atual:
- Países do Espaço Schengen (29 países da Europa): seguro viagem internacional com cobertura mínima de 30 mil euros é exigido para estudantes que precisam de visto.Os 29 países do Espaço Schengen que aceitam o mesmo seguro: Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Islândia, Itália, Letônia, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Polônia, Portugal, República Tcheca, Romênia, Suécia e Suíça. A apólice precisa estar válida em todos eles, mesmo que você só vá entrar em um. O comprovante costuma ser pedido na imigração de Paris, Madrid, Barcelona, Lisboa, Roma e Berlim.
- Irlanda: turistas brasileiros não precisam apresentar seguro na entrada, mas estudantes com visto de longa duração (Stamp 2) precisam de seguro saúde privado irlandês para registrar no GNIB/IRP.
- Austrália: seguro saúde local (OSHC ou Overseas Student Health Cover) é obrigatório para todos os portadores de visto de estudante.
- Nova Zelândia: seguro saúde aprovado pelo governo (como o Orbit Protect) é obrigatório para vistos de estudante e working holiday de longa duração.
- Reino Unido: não exige seguro privado, mas cobra a IHS (Immigration Health Surcharge) que dá acesso ao NHS.
- Estados Unidos e Canadá: não obrigam, mas os custos de saúde são altíssimos e seguro privado é fortemente recomendado.
Seguro privado x seguro governamental: qual você precisa?
Essa é uma das maiores fontes de confusão entre intercambistas. Vamos por partes:
- Seguro viagem privado: contratado no Brasil antes da viagem. Cobre você no mundo todo (ou conforme o plano), com atendimento em português, e tem coberturas amplas. É o seu “seguro brasileiro” que viaja com você.
- Seguro saúde governamental: obrigatório em alguns países para tipos específicos de visto. Cobre apenas atendimento dentro do país de destino e geralmente tem cobertura básica (emergência, hospitalização).
Em vários destinos de intercâmbio, você vai precisar dos dois ao mesmo tempo: o privado para os primeiros dias enquanto se instala (e como complemento) e o governamental para cumprir a exigência migratória e ter atendimento de longo prazo.
Seguro intercâmbio por destino: o que você precisa saber
A cobertura ideal muda bastante de país pra país. Veja o que considerar nos principais destinos de intercâmbio.
Seguro intercâmbio para a Irlanda
A Irlanda é um dos destinos de intercâmbio mais procurados pelos brasileiros e tem regras específicas. Quem vai por até 90 dias (turismo ou cursos curtos sem visto) não precisa apresentar seguro, mas é altamente recomendado contratar um seguro viagem privado para o período.
Já quem vai estudar por mais de 90 dias e precisa do visto de estudante (Stamp 2) precisa apresentar um seguro saúde privado irlandês na hora de registrar na imigração (GNIB/IRP).
As principais opções de seguro saúde privado aceitas na Irlanda são:
- Layya Healthcare
- Vhi (Voluntary Health Insurance)
- Irish Life Health
- Hibernian Aviva
Vale o aviso prático: o seguro governamental irlandês cobre só emergência hospitalar. Cada consulta de clínica geral particular (GP) na Irlanda custa em torno de €50 a €70, e fica fora do gov. Por isso o seguro saúde para intercâmbio na Irlanda costuma ser uma combinação do plano irlandês (obrigatório pra renovação do Stamp 2) com um seguro viagem brasileiro complementar.
Os preços costumam variar a partir de cerca de 45 euros por mês para os planos mais básicos, e a contratação geralmente acontece quando o estudante já está no país, antes do registro migratório.
Uma estratégia comum entre intercambistas é contratar um seguro viagem brasileiro para cobrir os primeiros 30-60 dias (cobrindo viagem + adaptação) e contratar o seguro saúde irlandês após a chegada.
Para mais detalhes específicos sobre dúvidas comuns de quem vai pra Irlanda, vale conferir nosso post com 5 dúvidas sobre o seguro saúde para intercambistas na Irlanda.
Seguro intercâmbio para a Austrália
A Austrália exige o OSHC (Overseas Student Health Cover) para todos os portadores de visto de estudante. É uma cobertura governamental obrigatória que cobre atendimento básico, consultas, internação e medicamentos prescritos.
O OSHC pode ser contratado direto com seguradoras credenciadas pelo governo australiano (Allianz Care, Bupa, Medibank, NIB e ahm), e muitas escolas oferecem o serviço dentro do pacote de matrícula. O custo varia entre 400 e 700 dólares australianos por ano para um adulto solteiro.
Mesmo com o OSHC, vale considerar um seguro viagem privado complementar para cobrir o que o OSHC não cobre (telemedicina em português, atendimento fora da Austrália em viagens regionais, esportes).
Seguro intercâmbio para a Nova Zelândia
A Nova Zelândia exige seguro saúde aprovado pelo governo para vistos de estudante de longa duração e working holiday. Uma das opções mais usadas é o Orbit Protect, voltado especificamente para estudantes internacionais.
Assim como na Austrália, o seguro local é básico e o ideal é complementar com um privado contratado no Brasil.
Seguro intercâmbio para o Reino Unido
O Reino Unido não exige seguro privado para estudantes, mas cobra a IHS (Immigration Health Surcharge) no momento do visto. Esse é um pagamento único que dá acesso ao NHS (sistema público de saúde) durante a estadia.
A IHS dá acesso ao NHS, mas o atendimento pode ser demorado e nem todos os serviços são gratuitos (consultas odontológicas, óculos, alguns medicamentos têm custo). Por isso, muitos intercambistas no Reino Unido contratam um seguro viagem privado complementar para agilizar consultas ou cobrir o que o NHS não cobre.
Seguro intercâmbio para os Estados Unidos
Os Estados Unidos não obrigam seguro de viagem privado, mas é praticamente indispensável: o sistema de saúde americano é privado e atendimentos podem chegar facilmente a milhares de dólares por uma consulta ou internação curta.
Para intercâmbios de longa duração nos EUA, recomenda-se cobertura médica robusta (acima de 100 mil dólares) e atenção a coberturas específicas como telemedicina e atendimento odontológico.
Algumas instituições americanas exigem que o estudante tenha um plano de saúde durante o período de estudos, então vale conferir junto à escola/universidade antes da viagem.
Seguro intercâmbio para o Canadá
O Canadá tem um sistema de saúde diferente por província, e a cobertura para estudantes internacionais varia bastante:
- Ontário, Québec, Alberta, Manitoba: oferecem ou exigem cobertura de saúde provincial específica para estudantes.
- Outras províncias: requerem seguro privado.
A maioria das universidades canadenses oferece um seguro saúde estudantil incluído na matrícula. Mesmo assim, muitos estudantes complementam com seguro viagem privado para os primeiros meses e para viagens fora do Canadá.
Seguro intercâmbio para países Schengen
Os 29 países do Espaço Schengen (incluindo França, Espanha, Alemanha, Itália, Portugal, Países Baixos e outros) exigem seguro viagem privado com cobertura médica e hospitalar mínima de 30 mil euros, válido para toda a duração da viagem e em todo o território Schengen.
Para estudantes que precisam de visto, a apólice do seguro é um documento obrigatório no processo consular. O documento deve cobrir despesas médicas de emergência, hospitalização e repatriação.
Coberturas essenciais em um seguro intercâmbio
Independente do destino, um seguro intercâmbio sólido deve incluir pelo menos:
- DMHO (Despesas Médicas, Hospitalares e Odontológicas): a cobertura principal para tratamento de emergência. No Brasil, é regulada pela SUSEP e deve cobrir tanto acidente quanto doença súbita.
- Traslado médico: remoção entre hospitais quando o atendimento local não é suficiente.
- Regresso sanitário: volta ao Brasil quando você não tem condições de viajar como passageiro comum.
- Traslado de corpo: em caso de óbito, transporte do corpo até o Brasil.
- Telemedicina em português: consultas remotas pra casos não emergenciais (resfriado, dor de garganta, alergia).
- Assistência jurídica: orientação em caso de acidente de trânsito, ocorrência policial ou problemas legais.
- Atendimento 24h em português: central que coordena a rede e te orienta no idioma.
Coberturas adicionais que valem a pena para intercambistas
Dependendo do seu perfil e do tipo de intercâmbio, vale considerar essas coberturas extras:
- Cobertura para esportes e aventura: se você vai esquiar, mergulhar, fazer trilhas ou esportes radicais.
- Cobertura para gestantes: geralmente até a 28ª semana de gestação.
- Doenças pré-existentes (estabilização): não cobre tratamento contínuo, mas estabiliza em crise.
- Extravio de bagagem: reembolso por mala extraviada pela companhia aérea.
- Cancelamento de viagem: reembolso se você precisar cancelar por motivos específicos.
- Retorno antecipado: em caso de falecimento ou doença grave de familiar.
- Assistência psicológica: importante em estadias longas com adaptação cultural.
Pra entender melhor o que cada plano cobre na prática, vale conferir nosso artigo dedicado sobre o que cobre um seguro-viagem.
Quanto custa um seguro intercâmbio?
O preço de um seguro intercâmbio depende de quatro variáveis principais: destino, duração, idade do viajante e nível de cobertura. Como referência geral:
- Intercâmbio na Europa (Schengen): a partir de cerca de R$ 15 por dia para planos básicos com a cobertura mínima exigida.
- Intercâmbio na Irlanda, Reino Unido: faixa intermediária, combinar seguro viagem brasileiro inicial + seguro saúde local (a partir de cerca de 45 euros/mês para o irlandês).
- Intercâmbio na América do Norte (EUA, Canadá): os mais caros, com planos costumando partir de R$ 25-30 por dia em coberturas adequadas.
- Intercâmbio na Austrália: OSHC entre 400 e 700 dólares australianos por ano + seguro viagem complementar (opcional).
- Viajantes acima de 70 anos: normalmente pagam mais por causa do risco médico associado.
Tabela de preços médios do seguro intercâmbio em 2026
Pra ajudar no planejamento, faixas reais de mercado em maio de 2026 pra um intercambista entre 18 e 30 anos, sem doenças preexistentes:
| Destino / duração | 3 meses | 6 meses | 12 meses |
|---|---|---|---|
| Europa Schengen (cobertura mínima €30k) | R$ 950 a R$ 1.700 | R$ 1.700 a R$ 3.000 | R$ 2.900 a R$ 5.500 |
| Irlanda (seguro brasileiro + Layya/VHI) | R$ 1.100 a R$ 1.900 | R$ 1.900 a R$ 3.300 | R$ 3.300 a R$ 6.000 |
| Reino Unido (IHS pago à parte) | R$ 1.000 a R$ 1.700 | R$ 1.800 a R$ 3.000 | R$ 3.000 a R$ 5.500 |
| Austrália (OSHC + complementar BR) | A$ 200 a A$ 350 | A$ 400 a A$ 700 | A$ 700 a A$ 1.200 |
| Canadá (seguro privado) | CAD 350 a CAD 700 | CAD 650 a CAD 1.300 | CAD 1.100 a CAD 2.200 |
| EUA (cobertura US$ 100k+) | US$ 500 a US$ 1.500 | US$ 900 a US$ 2.500 | US$ 1.500 a US$ 5.000 |
Valores variam por idade, esportes, doenças preexistentes e nível de cobertura. Pra cotação exata pro seu perfil, faça uma simulação no Seguros Promo.
Como contratar um seguro intercâmbio
O processo é simples e pode ser feito 100% online. O caminho mais comum é:
- Defina destino e duração: tenha em mãos as datas de embarque e retorno.
- Use um comparador online: plataformas como o Seguros Promo permitem cotar várias seguradoras de uma vez e comparar coberturas lado a lado.
- Filtre por cobertura mínima: se for Schengen, garanta os 30 mil euros. Se for EUA, busque cobertura mais alta.
- Confira coberturas adicionais: esportes, telemedicina, doenças pré-existentes, conforme o seu perfil.
- Compare preço por dia, não só o total: facilita comparar planos de durações diferentes.
- Contrate e baixe a apólice: guarde o PDF no celular, offline. Em uma emergência, você vai querer acesso rápido.
- Se for destino com seguro local obrigatório: programe-se para contratar o seguro governamental (Layya, OSHC, Orbit Protect) logo após chegar no destino.
Pra um guia mais detalhado do processo de contratação online, dá uma olhada no nosso artigo sobre como fazer seguro viagem. Pra critérios mais aprofundados de avaliação, confira como escolher seguro viagem.
5 erros mais comuns ao contratar seguro saúde para intercâmbio
O processo de contratação é simples, mas tem cinco erros que aparecem repetidamente entre intercambistas brasileiros. Conhecer eles antes evita dor de cabeça:
1. Decidir só pelo preço
O plano mais barato pode estar barato por um motivo: cobertura menor, exclusões importantes ou seguradora com baixa taxa de resolução. Antes de fechar pelo menor preço, confira a apólice inteira e a nota da seguradora no Reclame Aqui.
2. Não ler as exclusões
A maioria dos sinistros negados acontece por causa de exclusões que ninguém leu antes. Os pontos mais escorregadios são: esportes considerados radicais, doenças preexistentes, gestação acima de 28 semanas, condições mentais crônicas e atendimento sem aviso prévio à central.
3. Achar que seguro de intercâmbio é opcional
Em vários países, é parte do processo de visto e da matrícula. Em Schengen, Irlanda, Austrália, Nova Zelândia e EUA, faltar com a apólice pode significar visto negado, matrícula recusada ou multa na fronteira.
4. Não conferir a reputação da seguradora
Antes de fechar, dois minutos no Reclame Aqui. Olhe taxa de resposta (idealmente acima de 90%), índice de solução (acima de 80%) e nota geral. Seguradoras consolidadas no Brasil: Allianz, Porto, Itaú, Assist Card e Bradesco.
5. Contratar só depois de viajar
Contratar a apólice em cima da hora ou já fora do Brasil pode invalidar parte das coberturas (especialmente cancelamento de viagem) e gerar carência em algumas categorias. Idealmente, contrate logo depois da emissão do visto, com cobertura começando na data do embarque.
Mas então, qual o seguro ideal para o seu intercâmbio?
Não existe um único “seguro ideal” para o intercâmbio. Existe o seguro certo para o seu destino, perfil e duração. A regra geral é simples:
- Schengen: seguro viagem privado com mínimo 30 mil euros é mandatório.
- Irlanda, Austrália, Nova Zelândia: seguro privado para a chegada + seguro saúde local para a estadia longa.
- Reino Unido: IHS dá acesso ao NHS, seguro privado é complementar.
- EUA, Canadá: seguro privado robusto, com cobertura médica alta.
Antes de fechar, sempre vale comparar pelo menos 3 opções, conferir avaliações no Reclame Aqui, e ler a apólice com calma pra identificar exclusões e franquias. Faça sua cotação no Seguros Promo, escolha o plano que cabe na sua viagem e bom intercâmbio!
Perguntas frequentes sobre seguro intercâmbio
Qual o seguro ideal para o intercâmbio?
Não existe um único “ideal”. Depende do destino, duração e perfil. Em geral, um seguro viagem privado com cobertura médica adequada ao destino (no mínimo 30 mil euros pra Schengen, valores maiores pra EUA), atendimento 24h em português e cobertura odontológica é o ponto de partida. Em países com exigência local (Irlanda, Austrália, Nova Zelândia), é preciso contratar também o seguro saúde governamental.
Seguro intercâmbio é obrigatório?
Depende do destino. É obrigatório nos 29 países do Espaço Schengen (cobertura mínima 30 mil euros), na Austrália (OSHC) e na Nova Zelândia. Na Irlanda, é obrigatório para estudantes com visto de longa duração (Stamp 2). Reino Unido cobra IHS em vez de exigir seguro privado. Em outros destinos como EUA e Canadá, não é obrigatório mas é altamente recomendado.
Qual a cobertura mínima recomendada pra intercâmbio?
Pra Europa (Schengen), 30 mil euros é o mínimo legal. Pra Estados Unidos, recomenda-se 100 mil dólares ou mais. Pra Canadá e Reino Unido, depende do seu plano local complementar.
Preciso de seguro privado se o país já tem seguro governamental obrigatório?
Sim, geralmente vale a pena complementar. Os seguros governamentais (Layya, OSHC, Orbit Protect, IHS) têm cobertura básica, ou seja, só atendimento de emergência dentro do país. Não cobrem coisas como telemedicina em português, atendimento em viagens regionais ou cobertura odontológica completa.
Quando devo contratar o seguro intercâmbio?
O quanto antes melhor. Contratar logo após comprar a passagem permite acionar cobertura para cancelamento de viagem, caso aconteça algum imprevisto antes da partida. O seguro local (Layya, OSHC, Orbit Protect) é contratado depois da chegada, mas o seguro viagem privado tem que estar contratado antes de embarcar.
O seguro viagem do cartão de crédito vale pra intercâmbio?
Geralmente não, ou só pra estadias curtas. O seguro do cartão costuma ter cobertura limitada (US$ 30-50 mil), exige pagamento da passagem com o próprio cartão, e tem regras específicas. Pra intercâmbio de longa duração, é praticamente sempre necessário contratar um seguro adicional.
Posso renovar o seguro intercâmbio se decidir ficar mais tempo?
Sim, a maioria das seguradoras permite renovação ou extensão. Mas o ideal é solicitar antes da apólice vencer e confirmar se há período de carência. Algumas seguradoras restringem extensões depois que você já está fora do Brasil.
Quanto custa o seguro saúde irlandês (Layya, Vhi)?
Os preços começam em torno de 45 euros por mês para planos básicos. O custo varia conforme a idade, a cobertura escolhida e a franquia (excess). É comum os intercambistas contratarem o plano logo nas primeiras semanas na Irlanda, antes do registro migratório no IRP.
O seguro intercâmbio cobre doenças pré-existentes?
Em geral, cobre apenas estabilização em situação de emergência (crise aguda). Não cobre tratamento contínuo. Quem tem doença pré-existente deve buscar planos com cobertura específica e declarar isso no momento da contratação.
O que fazer se precisar usar o seguro durante o intercâmbio?
Ligue pra central 24h da seguradora (número na apólice). Eles vão orientar o atendimento, indicar hospital ou clínica credenciada mais próxima e, em muitos casos, pagar direto pra rede. Em casos de reembolso, guarde todos os comprovantes, receitas e laudos. Em emergências reais, vá ao atendimento e avise a central assim que possível.
Qual a diferença entre seguro viagem e seguro saúde para intercâmbio?
Seguro viagem é o termo genérico pra apólices contratadas pra cobrir período fora do Brasil. Seguro saúde para intercâmbio é um seguro viagem dimensionado especificamente pra intercambista, com duração maior, cobertura de saúde mental, odontológica emergencial, telemedicina e adequação ao visto de estudante. Na prática, é o mesmo produto, com diferentes ângulos comerciais. Pra perfil estudantil, opte por planos que se identifiquem como “intercâmbio” ou “estudante”.
Em quanto tempo a apólice de seguro saúde para intercâmbio chega depois da contratação?
Em geral, em até 30 minutos no e-mail (no Pix ou cartão à vista). No boleto, em 1 a 2 dias úteis após a compensação. Pra apresentar à imigração na chegada e à escola na matrícula, ter o PDF salvo no celular e uma cópia impressa é o caminho mais seguro.
Seguro Viagem
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